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Cristovam Buarque diz que Lava Jato prova não ser partidária e decreta fim do "Fla-Flu"

por Jovem Pan, . - Atualizado em

O senador defende que Cármen Lúcia assuma a presidência caso Temer renuncie

O senador defende que Cármen Lúcia assuma a presidência caso Temer renuncie

Fonte: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O senador Cristovam Buarque (PPS-PE) acredita que o clima de “Fla-Flu” na política brasileira chegou ao fim com a revelação de que o presidente Michel Temer (PMDB) comprou o silêncio de Eduardo Cunha (PMDB) e também Aécio Neves (PSDB-MG), que foi afastado do seu cargo a pedido do Superior Tribunal Federal. No Morning Show desta quinta-feira (18), Buarque disse que essa é a prova de que a Lava Jato não é partidária.

“A Lava Jato não é partidária e não é uma conspiração contra o PT. Acabou o ‘Fla-Flu’ que dominou o Brasil por bons anos. Se o STF decidir prender um senador e tivesse argumentos, eu votaria a favor. Houve um argumento de que estavam tentando obstruir a justiça e o supremo não tomaria essa decisão sem motivo. Lamento por ser um companheiro nosso, mas decidindo isso com argumentos, votaria a favor”, disse.

Para Cristovam, Michel Temer deveria renunciar o quanto antes e que ele prestaria um “serviço ao País” tomando tal atitude. O senador acredita que o ideal seria a presidente do STF, Cármen Lúcia, assumir caso o peemedebista deixe a presidência.

“A primeira coisa que precisa acontecer é a renúncia do Temer. Ele prestaria um grande serviço fazendo isso. O problema continuaria, porque pela constituição, o presidente da Câmara dos Deputados assumiria e ele também está com o nome envolvido em corrupção. O ideal seria a presidente do Supremo Tribunal Federal (Cármen Lúcia) assumir.

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